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| “Produtor rural é o maior interessado na preservação do meio ambiente” |
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Presidente da CNA e do SENAR falou para lideranças sindicais de Goiás, durante o programa Campo vai à CNA
Os produtores rurais devem se preocupar com o fim do desmatamento para proteger os biomas e a biodiversidade brasileira, além de se inserir no desafio de aliar a produção de comida à preservação do meio ambiente. A manifestação é da presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Conselho Deliberativo do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), senadora Kátia Abreu, que teve encontro nessa quinta-feira (4) com mais de 200 dirigentes sindicais ligados a mais de 70 sindicatos rurais de Goiás.

“Ninguém é mais interessado em preservar o meio ambiente do que o produtor, porque o desmatamento provoca erosão e isso custa caro e prejudica a atividade”, enfatizou a senadora, O programa Campo vai à CNA foi lançado na última segunda-feira (1/3), com o objetivo de aproximar os sindicatos rurais, que atuam na defesa dos produtores nos municípios, do Sistema CNA/SENAR.
Kátia Abreu também apresentou às lideranças goianas os principais projetos que estão sendo executados pela CNA, pelo SENAR e pelo Instituto CNA. Ela destacou o Projeto Biomas, uma parceria entre CNA e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para compatibilizar a produção de alimentos com a preservação do meio ambiente. A senadora ressaltou também os trabalhos do Observatório das Inseguranças Jurídicas no Campo, que vai traçar um cenário da situação fundiária em todo o país, o Estudo Nacional sobre as Escolas Rurais, que fará uma radiografia da educação no meio rural, e o Observatório das Desproteções Sociais, que vai identificar os principais vazios sociais na zona rural, como saúde, educação, transporte, segurança e cultura.
Kátia Abreu também falou sobre o programa “Com Licença Vou á Luta”, direcionado para a capacitação de mulheres produtoras rurais para administrar seus negócios ou de suas famílias. Atualmente, mais de 130 mulheres estão participando do treinamento em seis estados: Alagoas (Arapiraca e Palmeiras dos Índios), Ceará (Jaguaribe e Barreira), Pará (Igarapé-Mirim e Rondon do Pará), Piauí Campo Maior e Teresina), Rio Grande do Sul (Três de Maio e Tupanciretã) e Tocantins (Araguaína e Pedro Afonso). Na próxima segunda-feira, a senadora lança o programa em Salvador (BA).

Programação – A comitiva de Goiás foi recebida na sede da CNA pelo presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Goiás (FAEG), José Mário Schreiner. A programação teve início pela manhã, com uma palestra do jornalista Heraldo Pereira sobre a imagem do setor, na avaliação da população e dos próprios produtores. À tarde, houve apresentações do superintendente geral da CNA, Daniel Carrara, sobre o Canal do Produtor, do superintendente técnico, Moisés Gomes, que falou do trabalho da Superintendência Técnica (SUT), além de apresentações sobre o Instituto CNA e as ações e programas do SENAR, apresentadas pelo secretário executivo da instituição, Omar Hennemann. Entre os projetos, ele falou do projeto “Pequena Grande Empresa Rural”, uma parceria com o SEBRAE Nacional para aprimorar a gestão das propriedades rurais de pequeno porte e para incentivar jovens a enxergarem oportunidades de negócios lucrativos nas fazendas; Com licença vou à luta, voltado para preparar as mulheres produtoras rurais para administrar seus negócios ou de suas famílias, e o Sindicato Forte, que visa aperfeiçoar e fortalecer a estrutura e a atuação dos sindicatos rurais. Fotos: Wenderson Araújo
Homenagens – Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher e pela sua atuação na defesa do setor agropecuário, Kátia Abreu foi homenageada por mulheres que presidem sindicatos rurais em Goiás. A homenagem foi feita pelas presidentes dos sindicatos rurais de Inaciolândia, Nelcy Palhares, Araguapaz, Margareth Alves, Alexânia, Maria Alice Nery, Guapó, Maria das Graças Borjas, e Panamá, Wanessa Serafim.
Produtores rurais de Goiás lotaram o auditório da CNA
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Os gargalos do celeiro do mundo |
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10-07-2010 |
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"É no Brasil que a alta da produção agrícola será, de longe, a mais rápida", diz o documento. [1]. |
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